ó, mar salgado…

Janeiro 22, 2009 at 10:27 pm (artes, artesanato, bijutaria, criação, histórias, manualidades, nostalgia, viagem) (, , , , , )

Sou uma admiradora incondicional do mar, desde quando a vi pela primeira vez (tinha 10 anos), ficou “colado” ao meu coração e nunca mais se descolou. Quase tudo o que tem a ver com o mar me parece bonito e bom. Estou a idealizar, mas acho que o mar é digno de admiração sem fim, de paixões eternas.

morrungulo

O destino pôs-me à beira-mar, portanto não tenho razões de queixa. A imensidão e a beleza da paisagem marinha cura qualquer doença de alma…

barca

Gosto de andar de barco. Até me disseram que tenho “jeito” para ser marinheiro quando andei pela primeira vez de barco no Oceano Índico e, em vez de ficar mal disposta, fiquei com fome!

mare

Sempre que vou à praia, não posso voltar para casa sem levar nada: levo sempre uma coisa bonita: uma concha, uma pedrinha, qualquer coisa que me parece que lá, na praia, se perde na imensidão sem conseguir chamar a atenção que merece. Foi assim que comecei a “salvar” do anonimato pedrinhas e conchinhas, para tentar dar-lhes outra vida.

turquoise-shell

Parece-me que todas merecem uma segunda chance, que são tão bonitas, que é pena não serem valorizadas. Eu sei que há muita coisa que se faz de conchas ou de pedras, mas eu fiz as minhas… peças de bijutaria.

turquoise-shell2

Tentarei trazer aqui, para vocês, muito mar, muita água salgada, muito sol, muito calor. Esperem só que venha o Verão!

turquoise-pendant

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3 comentários

  1. Ricardo B. Motta said,

    Olá Clarisa. Quem me dera pudesse estar em frente ao mar também, recuperando as energias e curando as doenças da alma. Se puderes, posta em seu blog uma foto atual de Cascais, para que possa matar as saudades! 😉 Abs.

  2. coreamor said,

    Ricardo, pensei que alguém que se inspira na filosofia oriental consegue afastar mais facilmente as “doenças de alma”.
    Eu não moro em Cascais, mas vou lá estar no final da próxima semana e vou tirar fotos para si 🙂

  3. Ricardo B. Motta said,

    Viva, Clarisa. Você tem razão, as filosofias orientais nos ajudam muito no conhecimento e na extinção dos males da alma. Entretanto, não podemos dizer que elas não nos atingem. A dimensão humana é doente por natureza, e só vivemos saudáveis por alguns períodos durante a vida. Talvez, o que nos traga um pouco de alegria seja justamente os amigos. Aguardo as fotos 😉

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