alfinete “cerejínico”
É o segundo alfinete que fiz na minha vida
e reparei que não tem nada a ver com os anéis nem com os colares: pura e simplesmente, um alfinete é… um alfinete. Imaginem, fiz uma grande descoberta!
A ideia era de executar um alfinete com cerejas, mas aí apareceu o dilema: cerejas, mas onde? como? pintadas? modeladas? grandes? pequenas? clássicas? malucas? sérias? brincalhonas? Enfim, fiz uma tentativa, depois de alguns dias de olhar para o material sem saber onde começar. O resultado é… diferente.
Usei bolinhas de madeira e combinei “realismo” com “simbolismo”, à minha maneira, claro
Prendi o alfinete para o fotografar numa t-shirt preta, pois é a cor que mais usa a pessoa que adora as cerejas. Espero que ela goste…
Bom apetite!
brincos e pulseiras
Finalmente, esta noite consegui actualizar um pouco este blogue, tão abandonado ultimamente; quase toda a minha criatividade tem-se concentrado noutros projectos…
Adicionei duas novas páginas: BRINCOS e PULSEIRAS. Apesar de terem poucas peças, em breve hão-de aumentar porque vou recomeçar a fazer bijutaria. Fiquem por perto!
PS: depois conto-vos o que tenho andado a fazer
romã e cor-de-rosa
De vez em quando, voltar ao “doce estilo clássico”, um pouco ingénuo, um pouco rústico, faz bem.
Já tinha saudades de mousse de morangos e de tons que lembram a romã…
Combinação de cores girlie, para aquecer almas que ainda estão frias depois do Inverno…
Romã madura, agridoce e perfumada…
brincos psiquedélicos
Fiz poucas tentativas de sair da rotina anel-pendente-anel-pendente. Só recentemente experimentei brincos também, além das pulseiras que já viram. Afinal, não é assim tão difícil fazer brincos, pensei que iria ser quase o fim do mundo
Para começar, escolhi uma cor alegre, para fazer conjunto com outras peças dentro da mesma linha. Vejam as outras bijutarias “psiquedélicas”.
pulseira-brincadeira II
Volto para vos apresentar a segunda pulseira que fiz para a minha amiga. É também uma brincadeira com fitinhas e corzinhas, muito feminina si colorida, leve e fresca, de Verão.
Tenciono praticar mais a fazer pulseiras, pois tenho uma encomenda especial duma pessoa muito especial.
tão “eu”
Como estava a dizer ontem, tenho feito alguns pendentes, com o prazer de poder variar aquilo que faço. Finalmente, percebi uma coisa que se sabe desde sempre: que às vezes é difícil usar uma peça mais especial sem ter outra peça que lhe faça compania, digamos.
Foi assim que descobri que seria interessante fazer vários tipos de pendentes, isso faz trabalhar na mesma a minha imaginação, aquela que me resta
Hoje falei, no messenger, com a minha amiga Patricia, que está em Bucareste e que me acalma sempre que falamos pela maneira positiva de que ela vê as coisas.
Ela aplana sempre os meus pânicos e transmite-me calma. É médica, mas podia muito bem ser curandeira de almas
A Patricia gostou muito do pendente mais acima, o dos “caramelos” e, entre outras coisas, disse-me uma frase simpática e interessante ao mesmo tempo, ou pelo menos é o que eu acho. Ao ver as minhas últimas peças, declarou “são tão representativas para ti, tão “tu” “
Porque é que acham que ela disse isso? Fico à espera da vossa opinião
pedras novamente
Voltei para a casa ontem à noite, cansada e gelada, mas com vontade de trabalhar. Estava impaciente de me sentar à minha mesinha cheia de arames e contas, para pôr em prática aquilo em que pensei enquanto estive fora.
Este “evento” aconteceu apenas hoje, às 17.30 horas. Ataquei, para já, duas pedras (que não são tão pesadas como se pensava,vendo o tamanho delas) que comprei em Lisboa, numa loja qualquer.
Não sei exactamente que pedras são, mas fiquei fascinada pela forma delas e pelas cores. Nada de berrante, mas sim uma discrição e uma beleza bruta que não passaram despercebidas por mim.
Só havia lá duas pedras deste tipo, portanto este conjunto é único, infelizmente.
variações sobre o mesmo tema
Há uns meses, quando comecei a fazer anéis, comecei a inventar também padrões para decorar as minhas peças, que ficassem além da inspiração da realidade imediata ou em coisas de que sempre gostei.
Naquela altura de começo, fiz este padrão que não consigo para já abandonar. É o que quero mostrar-vos hoje.
Quem viu a galeria foto dos anéis, deve ter reparado nele. É um dos primeiros anéis que alguma vez fiz.
Fiz mais alguns com o mesmo padrão, mas as fotos valem mais do que as palavras.
E assim, em azul:
PS: amanhã vou para Cascais, ser baby-sitter do filho duma amiga. Não se preocupem, o filho é grande, tem 12 anos, mas mesmo assim precisa de companhia. Vou tentar escrever amanhã à noite, mas não prometo. Temos conversa para pôr em dia
bloody ring
Para as admiradoras das séries TV com hospitais e médicos (eu sou uma delas), para as senhoras doutoras ou enfermeiras, que não viram os olhos se vêem sangue à frente, para as senhoras que trabalham em laboratórios a manejar sangue todos os dias e para as vampirinhas, que adoram a papinha delas.
Veias e veiazinhas percorridas pelo líquido precioso, rede complicada que nos cobre e que nos mantém vivos, sistema de pequenos canais pelos quais circula a vida.
pink amber
Porque a série de anéis e colares que vos tinha mostrado até agora não estava completa, resta mostrar-vos a última cor das três que trabalhei na categoria “resinas”. Esta já não tem nada a ver com o âmbar, só a textura é parecida, e a maneira de trabalhar o arame.
Deixo aberta a ideia do fio em que fica bem pendurado este pendente; para o fotografar escolhi o preto, mas há outras possibilidades interessantes.
Lá fora, o tempo está tão feio, que acho que foi inconscientemente que escolhi as peças desta cor para as pôr no blogue: cores quentes, para me aquecerem…
Neste exacto momento, estas peças já me deixaram, estão a viajar, resignadas, para Bucareste. Lá, vão esperar pacientemente que sejam chamadas pelas novas donas. Adeus, meninas! Portem-e bem!


























