green celtic
Respondendo às perguntas duma blogger, fã da Irlanda, lembrei-me de vos mostrar um anel antigo, mas numa variante nova.
É o Celtic, mas a verdade é que, em verde, tem mais a ver com a Irlanda do que o roxo, portanto foi uma ideia boa fazê-lo.
Se fosse um pouco mais aberta, esta cor podia ter lembrado ainda mais do Shamrock tão querido aos Irlandeses.
Quase me esqueci da minha promessa de pôr aqui mais fotos e mais histórias sobre a Irlanda e os sítios que lá visitei no ano passado. Mas agora lembrei-me e, em breve, tentarei cumprir o prometido.
Irlanda (II)
Tirei poucas fotos na Irlanda. Havia momentos em que me esquecia completamente que tinha uma câmara. Estava ocupada a encher os olhos com beleza e o espírito com alegria. Mas conheço a capacidade de armazenagem da minha memória, portanto de vez em quando tentei imortalizar aquilo que via.
Acontece-me sempre isso: quando estou num certo sítio de que gosto imenso, gostava de poder pegar nele, dobrá-lo como se fosse uma carta, fazer um embrulho pequeno-pequeno e guardá-lo num lenço. E claro, levá-lo comigo, no bolso.
Tanta história, tão bem conservados os vestígios, as pessoas tão orgulhosas da história deles, da língua antiga deles: pessoas dignas e orgulhosas. Quase em cada vila – um castelo, em cada castelo – um senhor simpático de idade que, além de vender os bilhetes de entrada, contava-nos a história toda do sítio, contava-a com paixão!
E lá vou eu, outra vez, a falar de anéis… A espiral tripla (triskele), símbolo pré-celta e celta que foi encontrado em inúmeros sítios onde viveram populações Neolíticas e Megalíticas e cujo significado se desconhece (os cristãos adoptaram-no para simbolizar a Trindade).
Irlanda (I)
Recentemente tive a felicidade de visitar uma terra com que sonho há muito tempo e que não me desapontou de maneira nehuma: a Irlanda. É difícil resumir em algumas palavras só aquilo que senti a ver aquelas paisagens lindas, a sentir o misticismo no ar, a ouvir pessoas a falarem o gaélico irlandês. Esta língua áspera falava-se na ilha antes da conquista da mesma pelo ingleses e ainda se fala em certas regiões. Fiquei tão fascinada, que consegui arranjar um dicionário Irlandês-Inglês, do qual estou muito orgulhosa. Vai servir só de lembrança, porque aquela língua é muito, muito difícil.
As pessoas são amigáveis, hospitaleiras e adoram cantar, os pubs são confortáveis e íntimos como as próprias casas, a música típica deles – adorável, a cerveja Guinness – digna de respeito (começaram a fabricá-lo no século XVIII, imaginem!)
Confesso que não foi a capital, Dublin, que me impressionou, mas sim o campo, a província. O verde perfeito dos campos, as casas abertas ao mundo (nada de muros altos como no Algarve…), com janelas largas e flores coloridas penduradas em todo o lado, a costa com vistas espectaculares, os castelos medievais bem conservados…
Enfim… saí de lá com vontade de voltar para VER MAIS. Ainda por cima, fiquei inspirada pelos símbolos celtas, símbolos que parecem intemporais.













